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Tom Canabarro
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Muito além do chargeback: veja outros 5 problemas que a fraude pode causar

Não é só o valor do produto. Ainda tem multas, descredenciamento de bandeiras, medo do consumidor...

Quem vende pela internet sabe que o “custo da fraude” deve sempre estar embutido no risco do negócio - afinal de contas, é o lojista quem arca com o chargeback (estorno) no caso de compras realizadas com cartões roubados. Hoje em dia é considerado “saudável” um e-commerce cuja taxa de fraude não supere 1% do faturamento, mas este não é o único dado com o qual você deve se preocupar.

Os prejuízos causados pela fraude podem ir muito além do dinheiro ou do produto perdido. O chargeback é apenas a primeira e mais óbvia consequência do golpe online. Há outras “camadas” que podem comprometer bem mais que um 1% sobre o seu faturamento ou causar danos muitas vezes irreparável para o seu negócio.

Neste artigo, a Konduto listou os cinco principais problemas que a fraude pode causar, além do chargeback:

Você começa a ter dores de cabeça

headache

Lidar com os contratempos causados pela fraude é complicado. Você terá que destinar (ou contratar) funcionários para resolver os problemas relacionados a conciliação, contestação, auditoria, recuperação e estorno.

São vários “incêndios” que surgirão em sua empresa e que precisarão ser apagados, tumultuando consideravelmente a sua operação. Além disso, instintivamente, para proteger o seu negócio, você poderá ficar mais rígido na aprovação de pedidos e negar mais vendas.

Ou seja, a partir do momento em que a fraude se torna um problema mais grave para a sua loja, você gasta uma quantidade considerável de tempo e dinheiro para contornar esse “sangramento”, em vez de investir esses preciosíssimos recursos em atividades que lhe tratão mais receita.

Você fica sujeito a multas altíssimas (e em dólares!)

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Ao perceber que o seu e-commerce passou a sofrer um alto volume de fraudes, superando a taxa aceitável de 1% ou outras métricas pré-determinadas, as adquirentes de cartão de crédito podem incluí-lo em um programa de chargebacks. A loja inicialmente é notificada e, se não corrigir o problema dentro de um período de tempo específico (em torno de três meses), começa a receber multas de Visa e/ou MasterCard.

Essas cobranças são feitas em dólar e são progressivas, tornando-se cada vez mais severas com o passar dos meses. Em alguns casos, o comerciante pode sofrer uma punição de até US$ 200 por cada chargeback recebido (fora outros encargos e o prejuízo das mercadorias enviadas para os criminosos que conseguiram fazer compras com cartões roubados).

Para deixar o programa de chargebacks, o e-commerce deve retomar ao patamar de fraudes considerado “aceitável” e permanecer nele por alguns meses. Caso contrário…

Você pode ser descredenciado das adquirentes

Pois é! Se você ficar por muito tempo no programa de chargebacks e não conseguir recuperar a saúde do seu e-commerce, pode acabar perdendo o direito de receber pagamentos de cartões de uma determinada bandeira (ou de ambas).

Já pensou o estrago que isso causaria? Não é difícil calcular, considerando que a média de transações realizadas com cartão de crédito no e-commerce é de 75% e que Visa e MasterCard, juntas, detêm mais de 90% das transações.

Os bancos podem recusar suas vendas

Os bancos não possuem programa de chargebacks, mas têm uma espécie de score para a reputação das lojas, que influenciam na taxa de aprovação das vendas que passam por essas instituições.

O aumento das fraudes impactará diretamente o score no seu e-commerce, e a sua taxa de aprovação cairá. Os bancos, para se protegerem e protegerem os seus correntistas, passarão então a negar mais pedidos que vierem da sua loja.

Pense: quanto mais pedidos você tiver, mais relevante será o impacto desse score bancário.

O consumidor pode ter medo de comprar com você

fear

“Meu cartão foi clonado e fizeram uma compra de R$ 1.500 na Loja X, acredita?”. Nós já ouvimos isso, e imagino que você também. Mas você já parou para analisar essa situação?

A Loja X foi apenas o lugar onde o cartão clonado foi usado, e é bem provável que ela não seja a culpada pelo vazamento dos dados. Considerando que o cliente solicitou o chargeback e será ressarcido, a Loja X acaba se tornando a maior vítima dessa história.

Mas aquele consumidor acabou tendo uma experiência tão ruim ao ser vítima de um golpe que os termos “cartão clonado” e “Loja X” ecoarão por tanto tempo que é bem possível que ele tenha receio de fazer uma compra na Loja X no futuro e ter novamente o seu cartão clonado.

Pior: ele pode compartilhar esse medo com amigos e familiares, que também pensarão duas vezes na hora de fechar uma compra no seu e-commerce. A sua marca ficará desgastada junto ao consumidor, e você ainda poderá perder vários outros clientes por tabela.

E o que você pode fazer?

Para um lojista, a melhor maneira de enfrentar a fraude no e-commerce é prevenir-se dela. Reverter um chargeback não é uma tarefa impossível, mas muito difícil. E a solução de todos os problemas que listamos aqui também exigirão uma parcela considerável de tempo, energia e orçamento, o que atrapalhará de maneira considerável a sua operação.

Prevenir-se deste tipo de golpe consiste, especialmente, em proteger o seu e-commerce com o antifraude que mais se encaixe com as suas necessidades e expectativas. Há diversas alternativas disponíveis no mercado, inclusive a Konduto, que desenvolveu um método inovador de detectar compras suspeitas aplicando inteligência artificial na análise de risco.

Ficou interessado?

Mande um e-mail para oi@konduto.com e nos conte como podemos ajudar a sua loja virtual!

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