donald

Pois é…

A Trump International Hotels Management, rede hoteleira de propriedade do presidente norte-americano Donald Trump, confirmou recentemente ter sofrido o terceiro vazamento de dados de cartões de crédito em um intervalo de apenas dois anos. O caso foi reproduzido pelo jornalista Brian Krebs, do renomado blog de segurança da informação Krebs On Security, e é extensão de um problema muito maior, que pode ter impactado milhares de hotéis ao redor do planeta!

Estima-se que até 32 mil hotéis do mundo inteiro tenham sido afetados por um vazamento de dados muito maior, por um problema em alguns servidores nos sistemas de reservas da Sabre Corporation, uma gigante do setor de serviços turísticos. Dados pessoais e de pagamentos de clientes podem ter sido comprometidos neste vazamento que ocorreu entre agosto de 2016 e março de 2017, tendo sido noticiado em maio de 2017.

De acordo com a reportagem, a Trump Internationals reconheceu que o problema da Sabre afetou 13 hotéis da rede. O grupo de Donald Trump declarou ter sido notificado do vazamento um mês depois, em junho, mas não especificou quantos clientes tiveram seus dados comprometidos.

Outras grandes redes hoteleiras também foram impactadas por este problema, segundo o blog de Krebs, como a Four Seasons e a Hard Rock. No entanto, chama atenção a cadeia de Trump por não se tratar de algo isolado: este foi o terceiro vazamento de dados de cartão que atingiu o grupo do presidente dos Estados Unidos: o primeiro havia ocorrido entre fevereiro e outubro de 2015, enquanto o segundo aconteceu em abril de 2016.

Apesar de o Brasil ser um dos dois países com os maiores índices de tentativa de fraude no e-commerce, os Estados Unidos são uma mina de clonagem de cartão de crédito. Por lá, ainda não é obrigatória a emissão de cartões com o chip EMV (Europay, MasterCard e Visa), e a maioria dos estabelecimentos ainda prefere passar a tarja magnética dos cartões e pedir somente uma assinatura do cliente no comprovante – uma forma muito menos segura que o chip, que armazena as informações de maneira criptografada e ainda exige a digitação da senha de 4 ou 6 dígitos.

Não à toa, a fraude on-line nos Estados Unidos ainda não é tão disseminada como em países como Brasil e México. Por lá, um fraudador ainda pode se beneficiar do golpe “à moda antiga”, passando um cartão clonado na maquininha e evadindo-se da loja já com o produto – muito mais prático do que comprar on-line, burlar os (ótimos) sistemas antifraude e esperar a entrega.

Sim: neste caso, o mercado brasileiro de pagamentos está alguns passos à frente!

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“”Mas por que, então, nosso e-commerce é um dos com mais risco?””

Acontece que, por aqui, como estamos relativamente mais seguros no “mundo físico”, as fraudes acabam migrando para o ambiente on-line. Por lá esta conta ainda vai chegar, basta o cartão “chipado” se tornar obrigatório no ambiente físico.

Mas você, lojista brasileiro, sabe que não deve ter medo da fraude. Afinal de contas, a Konduto está aqui para te ajudar! 😉

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Sobre a Konduto

Somos a primeira empresa do mundo a considerar o comportamento de navegação e compra do usuário em um site de e-commerce para calcular o risco de fraude em uma transação. Nosso sistema utiliza todas as técnicas tradicionais da análise de risco (validação de dados cadastrais, revisão manual, fingerprint, geolocalização) e ainda conta com filtros de inteligência artificial. Essa combinação é capaz de aumentar consideravelmente a precisão do antifraude e beneficia a operação do lojista.

Nossos cases de sucesso mostram que a Konduto tem a mais moderna e eficiente tecnologia para barrar fraudes on-line. Temos clientes de todos os segmentos do e-commerce e somos reconhecidos pela imprensa e pelo mercado de tecnologia como uma das empresas brasileiras mais inovadoras do setor.

Entre em contato conosco no e-mail oi@konduto.com e nos diga como a Konduto pode ajudar o seu e-commerce!

Felipe Held

Head de Comunicação e Marketing da Konduto desde 2015, Felipe é formado em Jornalismo, pós-graduado em Marketing e trabalhou em Gazeta Esportiva, UOL e Terra antes de entrar para o time do melhor antifraude do e-commerce

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