5 coisas que você não sabia sobre cartão de crédito

O cartão de crédito é hoje o meio de pagamento mais usado na internet, chegando a mais de 70% das compras. Uma das maiores vantagens do meio de pagamento é a facilidade: além de você receber uma aprovação imediata, sem esperar a compensação de bancos ou contar dias úteis, ainda é possível parcelar as compras.

Apesar de muito conhecido e utilizado, esse meio de pagamento ainda esconde alguns segredos. Veja abaixo alguns deles:

1. O seu nome não conta!

Sabe quando o site pede o nome do portador do cartão? Pois é, esta informação não vale nada. Ela não é conferida. Algumas lojas checam se o nome do destinatário do pacote e o nome do portador são iguais, mas não vão além disso. Não existe no Brasil (e nem em muitos outros países) uma verificação automática capaz de dizer quem é o dono do cartão.

Já vi diversas vezes compras cujo portador do cartão era o Chuck Norris ou o Luke Skywalker, e o pagamento foi aprovado. (Há quem argumente que se o portador for o Chuck Norris ele sempre será aprovado, mas não vou entrar neste mérito).

Claro que não recomendo que você faça isso, pois se porventura a loja fizer essa validação, seu pedido ficará parado na fila de análise e o produto pode não ser enviado.

2. O seu CPF também não conta

Assim como o nome, o CPF digitado no checkout não é usado para fins de identificação do dono do cartão. Seu uso tem outras utilidades, como emissão da nota fiscal e análise de crédito risco, capazes de determinar a quem aquele documento pertence. Mas nenhuma análise é capaz de garantir que um cartão pertence a um CPF.

Como se poderia fazer tal validação? Apenas os bancos emissores do cartão sabem a quem ele pertence, mas por diversas razões – como custo, complexidade e segurança – esta informação não pode ser consultada.

3. O seu endereço de fatura vale um pouquinho…

Finalmente, algo é validado! Ou quase. Existe um sistema chamado AVS (Address Verification System, ou Sistema de Verificação de Endereço, na sigla em inglês) capaz de conferir se o endereço de fatura digitado no site bate com aquele cadastrado no banco. Nos EUA esse sistema funciona muito bem e é por isso que qualquer site americano pede essa informação. No Brasil, porém, as coisas não são tão fáceis.

O principal problema é validar as diferentes formas como abreviamos os nomes de ruas e avenidas. Por exemplo, você informa ao site que mora na Av. Nossa Senhora de Copacabana, mas no registro do banco está Avenida N. S. de Copacabana. Pronto, o sistema já não vai entender que se trata do mesmo endereço. Quando detalhes de complementos são fornecidos (como Casa 2, Bloco C, ap 33; por exemplo), a comparação fica ainda mais difícil. Por isso, apesar de termos AVS no Brasil, ele só é parcialmente eficaz quando validamos o CEP.

4. A loja pode segurar o limite do seu cartão por vários dias

Uma venda com cartão possui duas etapas, a autorização e a captura. Na autorização, os dados do cartão são validados, e aquele dinheiro fica reservado para a loja. O portador, no entanto, ainda não é cobrado. Somente na segunda etapa, a captura, é que a loja confirma a cobrança. Neste momento, o valor aparece na fatura do dono do cartão.

Esse intervalo depende de quanto tempo a loja precisa para confirmar um pedido (um assento no avião, a vaga no hotel, o produto no estoque, etc). Algumas vezes, pode-se levar dias entre estas etapas. Se por acaso a loja não conseguir entregar o produto ou serviço, ela simplesmente não executa a etapa de captura e o limite do cartão é liberado.

Aliás, essa atitude é muito importante. Afinal, se algo errado acontecer entre o momento da compra e a entrega do produto, a transação não aparecerá no extrato do cartão, evitando os chatos processos de reembolso.

Uma curiosidade: alguns bancos notificam o dono do cartão, por SMS, sobre valores cobrados. A mensagem é enviada na etapa de autorização, o que causa problemas quando a loja decide não efetuar a captura. O cliente recebe um comunicado da loja dizendo que a venda foi cancelada, mas o SMS do banco diz que ele foi cobrado.

5. O cartão é o meio mais seguro para comprar pela internet

Sim, seu cartão pode ser roubado, copiado e usado para fraudes. Mas não é sua culpa se o site não é legítimo ou se o e-commerce não soube se proteger de ataques. Você está protegido, por contrato, contra cobranças indevidas. Se seu cartão foi usado em uma fraude, basta ligar no banco e solicitar o estorno da cobrança.

Por outro lado, se você pagou um boleto de uma loja fantasma, não há como pedir o dinheiro de volta a não ser através da Justiça, um processo bem mais lento do que uma ligação para o banco.

Sobre a Konduto

Somos a primeira empresa do mundo a considerar o comportamento de navegação e compra do usuário em um site de e-commerce para calcular o risco de fraude em uma transação. Nosso sistema, que combina também todas as técnicas tradicionais da análise de risco (validação de dados cadastrais, revisão manual, fingerprint, geolocalização) ainda conta com filtros de inteligência artificial, que aumentam a precisão do antifraude e beneficiam a operação do lojista.

Nossos cases de sucesso mostram que a Konduto tem a mais moderna e eficiente tecnologia para barrar fraudes on-line. Temos clientes de todos os segmentos do e-commerce e somos reconhecidos pela imprensa e pelo mercado de tecnologia como uma das empresas mais inovadoras do ramo de tecnologia criadas no Brasil nos últimos anos.

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