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Link de pagamento: o que é? Como funciona? É seguro?

Por 20 de agosto de 2020 setembro 25th, 2020 2 Comentários

A pandemia do novo coronavírus acelerou mudanças nos hábitos de consumo dos brasileiros, que passaram a fazer muito mais transações digitais em meio à quarentena e a medidas de isolamento social. Neste cenário, o link de pagamento ganhou força como uma ótima solução tanto para quem compra quanto para quem vende on-line.

Entenda nos próximos parágrafos como o link de pagamento funciona e quais são os desafios para que, além de prática, esta modalidade de transação também seja segura.

O que é link de pagamento?

O nome desta ferramenta é praticamente autoexplicativo. Ela permite que o varejista crie um link/endereço/URL de cobrança e envie ao cliente pela forma que preferir – redes sociais, e-mail, SMS, Whatsapp, etc.

A maioria dos gateways, plataformas e soluções de pagamento, adquirentes e subadquirentes do mercado oferece esta modalidade aos varejistas. O processo de gerar um link costuma ser simples e concluído em poucos cliques.

As formas de pagamento dos links variam conforme o fornecedor, mas costumam incluir cartão de crédito (à vista ou parcelado), boleto e, em alguns casos, débito on-line ou transferência bancária.

Como funciona o link de pagamento?

É tão simples que ele é considerado uma “ferramenta facilitadora de vendas”. Uma vez criado o link, o varejista (seja de produtos físicos ou serviços) pode enviá-lo na hora que preferir e para um cliente de qualquer lugar.

Na sequência, o consumidor vai acessar um endereço que terá apenas as informações do que ele está adquirindo e a forma de pagamento – na maior parte das vezes, os campos para preencher os dados de cartão de crédito.

O link de pagamento, portanto, dispensa a necessidade de o vendedor ter uma maquininha, um e-commerce ou uma loja física aberta. Foi isso que colaborou para que sua utilização disparasse em meio à pandemia, quando muitos comércios fecharam as portas e tiveram que migrar rapidamente para o digital.

Importante ressaltar que a ferramenta não é apenas para quem não teve tempo para criar uma loja virtual ou para quem só vende pelas redes sociais. Empresas pequenas, médias, grandes e até gigantes passaram a oferecer esta solução a consumidores pela praticidade – ela reduz o atrito do checkout, principalmente neste momento em que muitos brasileiros estão ainda começando a comprar pela internet.

Por fim, um levantamento da Vindi mostrou que o link de pagamento ajudou a reduzir a inadimplência em até 70% de alguns clientes que usam a plataforma. Ele serviu como uma espécie de “lembrete” para consumidores que não pagaram um boleto gerado, abandonaram o carrinho ou não programaram o débito automático.

O link de pagamento é seguro?

Tecnicamente sim. Mas, e eu sei que é duro dizer isso, não existe um meio de pagamento 100% seguro. Notas de dinheiro falsas, cheques sem fundo, clonagem de cartões (primeiro no mundo físico e depois no virtual)… Os sistemas evoluem ao longo dos anos, e os criminosos se adaptam para tirar proveito deles.

É por isso que a gente diz que o fraudador sempre vai para onde o dinheiro está circulando. Não foi diferente com os pagamentos digitais (já falamos sobre alguns golpes envolvendo os pagamentos por aproximação, por exemplo, cujo uso também disparou na pandemia). E não vai ser diferente com PIX, Whatsapp Payments e muitas novidades que estão chegando.

No caso do link de pagamento, a praticidade e velocidade com as quais ele funciona também acaba sendo um atrativo para o estelionatário, que pode concluir o golpe o quanto antes. Com um agravante: muitas vezes, o fraudador opta por retirar o produto e nem precisa esperar pela entrega.

Esta forma de pagamento também impõe novos desafios a quem previne a fraude. O “imediatismo” do link impossibilita a revisão manual dos pedidos, não colhe muitos dados do comprador quando comparado a uma compra com cartão em um e-commerce e também impede o uso de algumas métricas que usamos para identificar uma compra suspeita, como o monitoramento do comportamento de navegação.

A boa notícia é que a indústria como um todo buscou formas para tornar a experiência mais segura. Nós da Konduto inclusive adaptamos nosso sistema que reúne mais de 4 mil variáveis de um único pedido para poder analisar o risco de compras via link de pagamento na hora do checkout, evitando prejuízos às lojas virtuais.

Portanto, se você está interessado em oferecer link de pagamento aos seus clientes contando com um parceiro que vai te ajudar a não ter prejuízos com fraudes, envie uma mensagem que nossa equipe vai estar a postos para te ajudar!

Eduardo Carneiro

Autor Eduardo Carneiro

Eduardo é jornalista formado pela Cásper Líbero e produziu conteúdos sobre prevenção à fraude na Konduto entre junho de 2019 e novembro de 2020.

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Join the discussion 2 Comentários

  • Avatar Jefferson disse:

    Boa tarde.
    Somos um Grupo que trabalho com educação bilíngue e High School.
    Estamos em processo de colocar pagamentos on line, através de link de pagamento.
    A questão é: segurança!
    Como evitar que os clientes tenham seus cartões clonados e que o prejuízo seja ressarcido pela plataforma e não por nós que estamos disponibilizando a ferramenta?

    • Stefs Masotti Stefs Masotti disse:

      Olá, Jefferson!
      Desculpe a demora em te responder.

      Nesse caso, sugiro você reforçar a segurança no seu site.

      O antifraude também contribui, mas é mais no sentido de evitar que o cartão que já foi clonado seja utilizado em compras desse site. Aí é com a gente, aqui da Konduto. Se quiser uma solução nesse sentido, solicite um orçamento via e-mail: quero@konduto.com

      Grande abraço!

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